domingo, 25 de setembro de 2016

A importância da Educação

A importância da Educação


Um tema acadêmico por excelência, mas que afeta decisivamente a vida de qualquer ser humano é a Educação. Sua importância pode ser resumida pela comparação entre a preparação para vida profissional e a maneira de viver.
A formação profissional precisa de padrões, ela criará trabalhadores, soldados, diplomatas, clérigos, comerciantes etc..... Qualquer profissão precisa de pessoas ajustadas às suas condições de existência.
E a educação para viver, sentir, amar, ser feliz?
Entre muitas hipóteses de valoração e definição de prioridades gerais merece destaque o trabalho de Abraham Maslow[1] que, entre outras, para ilustrar sua escala de valores criou sua pirâmide (desenho Wikipédia):
Pirâmide de Maslow


E “Para ele, as necessidades fisiológicas precisam ser saciadas para que se precise saciar as necessidades de segurança. Estas, se saciadas, abrem campo para as necessidades sociais, que se saciadas, abrem espaço para as necessidades de autoestima. Se uma destas necessidades não está saciada, há a incongruência. Quando todas estiverem de acordo, abre-se espaço para a auto-realização, que é um aspecto de felicidade do indivíduo.”
Acima de tudo queremos sobreviver,
O século vinte e um consolida as florestas de concreto e aço; quais seriam as melhores recomendações aos nossos netos e bisnetos que nascem e gerarão descendentes nesse planeta superpovoado e degradado à medida que se afasta dos cenários naturais que ainda existiam no século 20?
Poderão sobreviver se cataclismos[2] extremamente prováveis acontecerem?
Devemos, pois, educar para a sobrevivência acima de tudo, sobrevivência em qualquer ambiente e desafio, ou seja, viver em situações hostis, saber satisfazer seus instintos, ter competência para se alimentar de forma adequada e livrar-se de vícios que os prejudiquem.
Isso dá aos pais e responsáveis pelas crianças e adolescentes uma responsabilidade enorme.
Infelizmente poucas pessoas estão preparadas para educar. Educar significa ensinar pelo exemplo, aulas, exercícios, convivência.
Um pesadelo do século 21 é a influência da mídia comercial que confunde liberdade de imprensa com o direito de divulgar e propor comportamentos que lhes interessam comercialmente.
A necessidade de faturamento e a ambição ilimitada dos controladores dos sistemas de comunicação, pessoas da nova aristocracia mercantilista e internacionalista, é prejudicial ao povo e a qualquer cidadão.
O livro (Justiça) traz as ponderações de Michael J. Sandel[3] de forma simplória ao implicitamente defender os ideais de libertários de John Stuart Mill[4] e utilitaristas propostos por Jeremy Bentham[5] esquecendo que a vontade do cidadão comum é governada pelos sistemas de mídia religiosa, ideológica e mercantilista.
A liberdade é uma utopia plausível, mas longe, que se torna menor na proporção em que as pessoas procuram segurança, pertencer a qualquer grupo, conquistar a estima de pessoas, principalmente dos poderosos e, finalmente, no topo da pirâmide sentirem-se atores essenciais de qualquer obra ou cenário.
A felicidade, contudo, exige concessões e ela faz sentido quando podemos compartilhá-la, ou seja, agradar alguém.
Como ensinar e educar dentro de tantas situações de contorno?
O que podemos admitir sem é a evolução da inteligência em número maior (números absolutos e relativos) de pessoas, entre elas nossos descendentes. A evolução da Tecnologia faz supor que tenhamos métodos e substâncias estimulantes e saudáveis para maior utilização de nossos cérebros.
O desafio da educação mais eficaz será possível graças a inovações, inclusive dos meios de comunicação que poderão inibir o poder da mídia comercial, deixando aos pais e educadores uma coleção de opções de formação dos futuros adultos.



Qualidade de vida


Os grandes filósofos da Humanidade de modo geral acreditaram no ser humano padronizado ou diferenciado por causas divinas. As pessoas seriam iguais ou diferenciadas por decisões divinas.
O que somos afinal?
Falamos da Pirâmide de Maslow, o que é necessário para ser um vencedor?
Toda criança quando nasce é semelhante a uma folha de papel, pode ser qualquer tipo de papel, mas sobre esta folha poderemos escrever poesias, tratados científicos ou palavrões.
Tudo depende dos educadores e de incidentes e acidentes, pois, apesar de todo capricho, ninguém escapa de situações imprevisíveis. O que fazer, contudo, para dar capacidade de sobrevivência e sucesso a uma criança e adolescente?
A educação, acidentes, incidentes, doenças, ambiente e convivência de gente miúda, pequena e até grande determina a qualidade de vida, opções, o prazer ou não de viver.
João Carlos Cascaes
Curitiba, 25 de setembro de 2016

Sandel, Michael J. Justiça. Trad. Maria Alice Máximo, Heloísa Mathias. 12. Civilização Brasileira, 2013.





[1] Abraham Maslow (1 de Abril de 1908Nova Iorque — 8 de Junho de 1970Califórnia) foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta hierarquia de necessidades de Maslow. Maslow era o mais velho de sete irmãos, de uma família judia do Brooklyn, Nova Iorque, Trabalhou no MIT, fundando o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics. Wikipédia
[2] Cataclismo (grafado ocasionalmente como cataclisma) (do grego κατακλυσμός - kataklusmós, água, inundar, fazer desaparecer por inundação) é uma tragédia ambiental de caráter generalizado, como o Grande Terremoto do Leste do Japão ocorrido em março de 2011. São desastres repentinos, praticamente imprevisíveis e de impossivel prevenção, sendo a única maneira de salvar vidas a evacuação do local. Também tem como característica um alto número de fatalidades e grande prejuízo econômico para o local, sendo necessário anos, décadas em certos casos, para a recuperação total das estruturas locais. Wikipédia
[3] Michael J. Sandel (/sænˈdɛl/; born March 5, 1953) is an American political philosopher and a professor at Harvard University. He is best known for the Harvard course 'Justice', which is available to view online, and for his critique ofJohn RawlsA Theory of Justice in his first book, Liberalism and the Limits of Justice (1982). He was elected a Fellow of the American Academy of Arts and Sciences in 2002. Wikipédia
[4] John Stuart Mill (Londres20 de Maio de 1806 — Avinhão8 de Maio de 1873) foi um filósofo e economista inglês, e um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX. Foi um defensor do utilitarismo, a teoria ética proposta inicialmente por seu padrinho Jeremy Bentham. Wikipédia
[5] Jeremy Bentham (Londres15 de fevereiro de 1748  — Londres, 6 de junho de 1832) foi um filósofo e jurista inglês. Juntamente com John Stuart Mill e James Mill, difundiu o utilitarismo, teoria ética que responde todas as questões acerca do que fazer, do que admirar e de como viver, em termos da maximização da utilidade e da felicidade. Wikipédia

domingo, 11 de setembro de 2016

Na Paralimpíada, uma mesma modalidade tem várias categorias





Publicado em 10 de set de 2016

Educação para o século 21 – ponderações iniciais




Somos extremamente importantes para nós e o significado de nossa existência é tanto maior quanto mais existimos em torno do ambiente coletivo que nos afeta. Existir é ter consciência de ser e estar, logo nada faz sentido ao que não existe. Em relação ao Universo somos absolutamente insignificantes. Os paradoxos em torno da vida e da consciência, maiores se entrarmos a fundo no funcionamento do corpo, cérebro etc. dão a impressão de uma mecanicidade que pode incomodar. Essa situação não é aceita pelos seres humanos em geral, por isso inventaram Deus antropomórfico e cheio de relacionamentos com a Humanidade.
A visão dos filósofos, educadores e lideranças de toda espécie sempre teve na vaidade do ser humano e em suas ambições a orientação para a construção de modelos morais e filosóficos.
Somos desde cedo convencidos a acreditar nisso ou naquilo.
O desafio maior é viver e crescer conscientes de nossa insignificância relativa ao Cosmos ou, ao contrário, acreditar que somos parte de um imenso e desconhecido projeto, que intuímos, mas nunca poderemos ter certeza de existir.
O mínimo que podemos usar e é muito é a satisfação de nossos instintos de forma adequada. Adequada? Sim, pois vivendo em comunidades precisamos ajustar nossas atitudes, pelo menos, ao necessário e suficiente ao que pretendemos ser e conquistar. Nossos instintos são parte de nossa natureza, graças a eles existimos e sobrevivemos desde que a vida surgiu em algum formato humanoide.
Aceitar e saber usufruir aspectos gratificantes e apaixonantes de nossa formatação é ser inteligente, sábio e eficaz. Contrariar e rejeitar nossos impulsos sexuais, por exemplo, tem sido a chave de dominação religiosa, capaz de tantas perversões e maldades em nosso meio universal. Todo ser vivo pensante é objeto de dominação por parte de seus semelhantes, apenas semelhantes. O império dos mais fortes é fruto de manipulações que vão muito além da força bruta.
Devemos, portanto, estar atentos às crenças metafísicas, ideológicas e até sociais, espaço natural de ação dos pregadores religiosos e políticos. Em última instância são pessoas que procuram impor suas vontades. A liberdade não tem preço e nela encontramos espaço para satisfação de impulsos fortes e, se usufruídos com dignidade, algo de extremo valor para a nossa saúde mental e física. Nisso a criação de leis e a atuação do poder judiciário merece nossa atenção permanente, pois é uma das formas de imposição de critérios primários e odiosos ao ser humano consensados em gabinetes e parlamentos distantes.
Para educar todos somos agentes e entre nós existem os profissionais, os mestres, professores, a responsabilidade deles é gigantesca.
O educador deve ter em mente isso e sua atitude é função (muito) da situação de dependência em que se encontra. Quem paga decide. O empregador determina a professores e “colaboradores” o que ensinar.
A subordinação geral da Humanidade precisa ser denunciada, analisada, dissecada e todo ser inteligente e que pretenda agir de forma racional deve estudar e desenvolver seu senso crítico. Isso é bom? Com certeza a maior fome de qualquer ser humano inteligente é a compreensão do que ele é, de sua existência e vontades.
Aceitando o mínimo torna-se fácil ganhar mais. O contrário é perigoso. Depressões, infelicidades existem porque muita gente quer mais do que pode ter, e o contrário também é verdade, o excesso de humildade, a aceitação da impotência leva a desperdícios de oportunidades, frustrações, humilhações, tristezas.
Devemos educar para a luta, para vencer.
O cérebro humano é um tremendo potencial que usamos mal. Muitas espécies de inteligências e infinitas habilidades podem ser desenvolvidas, desde que tenhamos disposição para trabalhar e desenvolver nossas habilidades. É importante, contudo, ser realista, honesto intelectualmente diante do espelho e sempre que possível com firmeza, determinação para transmitir nossas propostas, utopias e assim receber críticas. Orientações importantes, correções sempre necessárias, pois nunca seremos perfeitos. É essencial saber de nossas maiores habilidades e fraquezas.
O sucesso é o resultado da compensação de deficiências, de saber superá-las.
Nada pior do que submeter-se tacitamente a limitações naturais, culturais etc.
Nesse sentido a Ciência promete “milagres”. As novas gerações vão viver muito se cuidarem de suas saúdes (física, mental, filosófica). Para elas o mundo será muito maior. E talvez mais pesado, triste, pois viverão em monstrópolis, cidades que se transformam em selvas de pedra e aço, desfiladeiros com veículos poluidores e perigosos, mobilidade do ser humano caminhante obstruída sem pudor, além de núcleos de violência humana.
A Natureza ensina que no mundo dos seres vivos encontramos muitos reis, reizinhos, donos da verdade, ...  e ditadores.
Além de seres humanos perigosos existem vírus potentíssimos a grandes mamíferos, predadores e animais tão organizados quanto as formigas e as abelhas, alcateias e manadas de elefantes, todos se impõem em seus espaços. O ser humano não é único nessa luta pela sobrevivência.
Qual é o nosso espaço? Que mundo cada um possui e em que aquário poderá crescer?
Nascemos e aceitamos comandos ou queremos liderar, mandar, decidir, ter a melhor parte de qualquer caça, eventualmente comendo carcaças...
Temos na cabeça um sistema operacional e programas residentes, subprogramas que decidem muito do que somos. Alguns podem ser corrigidos, aprimorados, outros não.
É interessante observar a lógica de especialistas que defendem a preservação de culturas antigas; eles não acreditam na evolução? Na visão deles a cultura é estática ou existem pessoas inferiores, incorrigíveis?
A realidade é que todos nós podemos crescer muito, e poderemos muito mais graças aos sistemas de comunicação, processamento de dados, substância químicas, estruturas de educação e ensino etc. que estão se aprimorando nos países mais inteligentes.
É curioso observar a realimentação positiva, a aceleração constante que sociedades humanas conquistam quando conseguem se desligar de atavismos.
Os países orientais estão demonstrando como a inteligência humana faz milagres. E deixam para trás, curiosidades para turistas e pesquisadores, os países mais conservadores.
Precisamos educar aqueles que amamos para serem felizes sem que esta felicidade dependa da alienação, mas do aprimoramento de suas potencialidades.
Vencer é bom, gostoso, dá dignidade e prazer.
Os atletas paralímpicos (Cascaes 2016) que o digam.
João Carlos Cascaes
11 de setembro de 2016


Cascaes, João Carlos. Paraolimpíadas e o esporte com as pessoas com deficiência. 2016. http://paraolimpiadas-brasil.blogspot.com.br/.


domingo, 4 de setembro de 2016

MODULO 1: LA LOMCE, CAMBIOS EN EL SISTEMA EDUCATIVO ESPAÑOL







Publicado em 4 de set de 2014
LOMCE MODULO 1
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PROGRAMACION CURRICULAR EN LA LOMCE







Publicado em 18 de fev de 2015
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ALGORITMO ABN EN INFANTIL







Publicado em 9 de fev de 2015
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Sumas ABN hasta el 100







Publicado em 17 de set de 2012
Tutorial para la suma mediante el algoritmo ABN con dos sumandos de dos cifras que no superan la la centena.
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El método ABN, ¿un sistema que ayuda a mejorar a los jóvenes en matemáti...







Publicado em 2 de ago de 2016
España se sitúa por debajo de la media de la OCDE en comprensión lectora y matemáticas. Por ello, el profesor Jaime Martínez  ha desarrollado el método de cálculo abierto que promete ser más eficiente para la enseñanza a los jóvenes.

El método ABN, ¿un sistema que ayuda a mejorar a los jóvenes en matemáticas?


Cayo Martin

22:50 (Há 12 horas)
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El cálculo abierto,una forma de pooder enseñar las matemáticas de una forma más fácil los jóvenes


EL PROFESOR JAVIER MARTÍNEZ, EN LA PIZARRA DE LASEXTA NOCHE

El método ABN, ¿un sistema que ayuda a mejorar a los jóvenes en matemáticas?

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