quarta-feira, 27 de março de 2013

EDUCAÇÃO NO JAPÃO



De: tisimora t
Enviada em: quarta-feira, 27 de março de 2013 22:59
Para: ...
Assunto: Fwd: EDUCAÇÃO NO JAPÃO


Assunto: EDUCAÇÃO NO JAPÃO 


FILOSOFIA JAPONESA!!!
1 - Você sabia que as crianças japonesas limpam suas escolas todos os
dias por 15 minutos junto com os professores, o que levou ao
surgimento de uma geração de japoneses modestos e entusiasta na
limpeza?
2 - Você sabia que qualquer cidadão japonês que tenha um cão, é
obrigado a usar sacos de pano especial para apanhar dejetos do cão? O
desejo de manter a limpeza e a higiene é parte da ética japonesa?
3 - Você sabia que o trabalhador de limpeza no Japão é chamado
"engenheiro da saúde" e pode ter salários de USD 5000-8000 por mês e
um produto de limpeza? Está sujeito a provas escritas e oral!
4 - Você sabia que o Japão não tem recursos naturais, e estão expostos
a centenas de terremotos por ano, mas ele ainda conseguiu se tornar a
segunda maior economia do mundo?
5 - Você sabia que Hiroshima retornou à sua economia vibrante antes da
queda da bomba atômica em apenas 10 anos?
6 - Você sabia que o Japão impede o uso de telefones celulares em
trens, restaurantes e decks?
7 - Você sabia que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano deve
aprender a ética no trato com as pessoas?
8 - Você sabia que os japoneses ainda que seja uma das pessoas mais
ricas do mundo, mas não têm empregados? Os pais são responsáveis pela
casa e os filhos?
9 - Você sabia que não há nenhuma avaliação (exame) do primeiro ao
terceiro ano, porque o objetivo da educação é incutir os conceitos e
desenvolvimento do caráter, e não apenas o exame e doutrina?
10 - Você sabia que, se você vai a um restaurante no sistema buffet no
Japão vai perceber que as pessoas só pede o que vai comer e comem tudo
o que sem desperdício, e que nenhum alimento é desperdiçado?
11 - Você sabia que os trens bala são de alta velocidade e que o
máximo de atraso no Japão é de cerca de 7 segundos por ano! Eles
apreciam o valor do tempo, que são muito pontuais para minutos e
segundos?
12 - Você sabia que as crianças em idade escolar devem escovar os
dentes e usar fio dental após as refeições na escola para aprender a
manter a sua saúde desde cedo?
13 - Você sabia que os alunos terminam suas refeições em meia hora
para garantir uma boa digestão? Estes alunos são o futuro do Japão.
Esperemos que possamos aprender um pouco da cultura, desenvolvimento e
a filosofia dos Japoneses.

__._,_.___

ISA 勝者




quarta-feira, 20 de março de 2013

Videoconferências sobre o Programa BPC na Escola


MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
    
Brasília, 04 de março de 2013.

Assunto: Videoconferências sobre o Programa BPC na Escola

Senhores (as) Gestores (as) Estaduais e Municipais e Coordenadores (as) dos Grupos Gestores do PROGRAMA BPC NA ESCOLA:

O Governo Federal vem implementando desde 2007 o PROGRAMA BPC NA ESCOLA que tem como principal objetivo o acesso e a permanência na escola das pessoas com deficiência beneficiárias do BPC, prioritariamente aquelas de 0 a 18 anos, por meio de ações articuladas das políticas de educação, assistência social, direitos humanos e saúde.
Com o propósito de divulgar o processo de adesão ao Programa BPC na Escola que possibilita a participação de novos municípios e a renovação dos compromissos anteriormente assumidos pelos estados, Distrito Federal e municípios que já integram o Programa desde 2008, bem como, pactuar o processo de formação e orientar o desenvolvimento das ações intersetoriais previstas para o biênio 2013/2014, serão realizadas videoconferências no período de 11 de março a 05 de abril de 2013, conforme cronograma abaixo.
As videoconferências contarão com duas formas de transmissão:
a)              Videoconferência: nesta modalidade, os participantes serão os representantes dos Grupos Gestores do Programa BPC na Escola do estado e das capitais que poderão dialogar diretamente com o Grupo Gestor Interministerial (GGI), a partir das salas do DATASUS localizadas em cada capital. Para o sucesso desta ação é de fundamental importância a participação de forma presencial dos gestores do Programa das áreas de Assistência Social, Educação, Saúde e Direitos Humanos. Assim, é importante a articulação intersetorial dos (as) técnicos (as) envolvidos na operacionalização do Programa nos estados e nas respectivas capitais para comparecer às salas do DATASUS. 
b)             Transmissão on-line: o evento também será transmitido ao vivo pela internet, podendo ser assistido por qualquer pessoa a partir do endereçowww.saude.gov.br/emtemporeal. Por meio da transmissão on-line os Gestores Municipais do Programa BPC na Escola poderão participar da videoconferência enviando perguntas e questionamentos pelo e-mail a ser disponibilizado na página da transmissão.
  Na certeza de contarmos com sua colaboração, disponibilizamos para esclarecimentos e outras informações pertinentes às videoconferências o e-mail bpcnaescola@mds.gov.br, bem como informações dos contatos e das salas do DATASUS na Capital do seu estado e Cronograma de atividades, em anexo.

Atenciosamente,

GRUPO GESTOR INTERMINISTERIAL (GGI) DO PROGRAMA BPC NA ESCOLA




CRONOGRAMA DAS VIDEOCONFERÊNCIAS DO PROGRAMA BPC NA ESCOLA


DATA
HORÁRIO
ESTADOS
11/03/2013
14h às 17h

MA, PA e PB

15/03/2013
14h às 17h
BA, CE e PI

18/03/2013
9h às 12h
AL, PE e RN

18/03/2013
14h às 17h
AC, AM e AP

22/03/2013
9h às 12h
ES, MG e RJ

22/03/2013
14h às 17h
SC, RS e SP

28/03/2013
9h às 12h
MS, MT e PR

04/04/2013
9h às 12h
RR, SE e TO

05/04/2013
9h às 12h
DF, GO e RO










domingo, 17 de março de 2013

Ser Engenheiro - dúvidas profissionais


Eu não sei para que tu serves!
Nasci em Blumenau e logo a bronquite me pegou. Assim cresci com restrições permanentes (tosse de cachorro), mas, teimoso, sempre brigando pelo meu espaço.  Era época das matinês onde todo domingo trocava, com o apoio da Sônia Maria, gibis na frente do cinema (eventualmente figurinhas). Para fazer de conta que trabalhava  “ajudava” meu pai em sua lojinha, pelo menos dando chance dele tomar um cafezinho no Bar e Café Pinguim. Aventura não faltava pescando, andando de bicicleta, admirando a beleza tropical daqueles tempos do Vale do Itajaí, jogando bola na rua, baralho em casa e eventualmente estudando.
Cheguei aos meus tempos de juventude sem muita preocupação com a vida, era mais um espectador da luta dos meus pais do que um garoto consciente de suas responsabilidades, exceto brigar, brincar, fazer a lição, ir para a escola de bicicleta (não atrapalhar o professor) etc..
O tempo passou e o vestibular foi chegando. Já no segundo ano do científico (ensino médio) um dia meu primo Allan, vindo de Florianópolis, perguntou-me se já tinha estudado estática, cinemática e dinâmica. Olhei para ele intrigado, que bichos eram aqueles?
Minha alienação em relação ao futuro era total, afinal não me destacava em nada, exceto em algumas matérias quando elas me agradavam, assim meu boletim era um ziguezague. Num ano eu ia bem numa disciplina para, no ano seguinte, inverter tudo. O fundamental era gostar. Mas estudava principalmente o que não me agradava na véspera das provas, assim nunca fui reprovado até o primeiro vestibular, sempre passando na tangente (raspando). Quando uma vez no Colégio Santo Antônio veio escrito que naquele mês havia “tirado” o terceiro lugar, fui reclamar, estava errado. Vá que meus pais quisessem que eu ficasse naquele nível...
Um dia, talvez decepcionado ou intrigado com a minha indiferença em relação às profissões, meu pai fez a avaliação ferina, direta: “Não sei para que tu serves”. Respondi com toda a sinceridade: “também não”. Diálogo curto.
Filho mais velho de um eletricista que por sua vez era o primeiro de outro eletricista, não escapei. Fui levado à Itajubá para fazer algum cursinho e me preparar para o ingresso no Instituto Eletrotécnico de Itajubá (IEI – 1963). O cursinho não existia e assim passei dois meses jogando sinuca, andando pela cidade e de vez em quando estudando. Quase passei, fiquei num time de 79 candidatos para 75 vagas na terceira prova, a que melhor dominava. O baralho, contudo, me deixou estressado (perdi de manhã três partidas de canastra real) e assim rodei. Nem a equação da circunferência do círculo fui capaz de me lembrar, ainda que memória sempre foi e continua sendo meu ponto fraquíssimo. Era demais, contudo. Para não enfrentar pais frustrados fui com minha irmã para o Rio de Janeiro onde passamos alguns dias no apartamento de uma tia (Maria) para depois voltar e chegar em casa com o dinheiro zerado e cara lavada...
Meus pais não sossegaram, fizeram economia e me mandaram para São Paulo fazer cursinho. Valeu. Um ano na melhor época da capital paulista indo semanalmente a todos os programas gratuitos que a cidade oferecia e gastando dinheiro comprando coisas que eu descobri que gostava, componentes eletrônicos, alto falantes, traquitanas na Santa Efigênia. Não produzi nada de especial, mas definitivamente me apaixonei pela Física graças aos seus excelentes professores, muito especialmente ao mestre Tore Nils Olof Folmer Johnson, professor e educador que um dia disse em aula a diferença entre uma criança e um adulto: “uma criança deseja, um adulto quer”. Ou seja, era hora de querer alguma coisa da vida. Aos poucos fui descobrindo para quê servia...
Resultado: voltei para Itajubá em 1964 e passei (com certa surpresa) no vestibular, virando Engenheiro Eletricista.
Vocação? É difícil de saber enquanto não chegamos a um nível de compreensão do que realmente queremos, algo difícil para a garotada, mais ainda quando a mídia centra reportagens exaustivas endeusando quem e o quê os patrocinadores querem [i].
No Brasil, a falta de ambientes interativos e motivacionais a favor da Engenharia é um desastre, digo por experiência própria, mais ainda depois de visitar muitos museus na Europa dedicados à Tecnologia (por exemplo: (Postagens sobre o Museu do Transporte coletivo de Londres em outubro de 2012), (Cascaes, Iniciando visita ao Museu Alemão), (Musée des Arts et Métiers - le cnam) e outros). Não é de surpreender que estejamos tão atrasados.
Assim, se alguém perguntar para algum jovem para quê ele serve e ele não souber responder talvez esteja diante de um engenheiro que simplesmente não teve oportunidade de saber o que significa essa profissão.

Cascaes
16.3.2013
Cascaes, J. C. (s.d.). Iniciando visita ao Museu Alemão. Fonte: A formação do Engenheiro e ser Engenheiro: http://aprender-e-ser-engenheiro.blogspot.com.br/2012/10/blog-post_4540.html
Cascaes, J. C. (s.d.). Postagens sobre o Museu do Transporte coletivo de Londres em outubro de 2012. Fonte: O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia: http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/
Musée des Arts et Métiers - le cnam. (s.d.). Fonte: http://www.arts-et-metiers.net/







[i] Por exemplo, vendo um dos programas do Jô Soares, nele o apresentador até procurava ridicularizar a profissão (engenharia em eletrônica, se não me engano) do músico com quem falava e se declarava engenheiro. Ao “dono” do programa parecia inadmissível que um grande artista pudesse gostar de uma profissão como esta (Engenharia).
Provavelmente esse indivíduo cuja vaidade não cabe em seu corpo esqueceu grandes artistas e arquitetos da Humanidade, gênios universais, que fizeram muito mais do que belos quadros...

quinta-feira, 7 de março de 2013

O EAD – finalmente pode ser melhor que o ensino convencional



Frequentar escolas e ter boas escolas, mestres excelentes, segurança, atendimento adequado é um grande desafio que só aumenta quando as cidades mergulham em clima de violência e demonstram incapacidade intelectual, material e recursos para ampliar escolas.
O ensino fundamental socializa as crianças, educa, alimenta, oferece espaços para esporte etc. é de extrema importância, tanto que deveria ser em tempo integral, recebendo crianças e jovens de manhã e liberando-os ao final da tarde. Seus professores deveriam ter os melhores salários em toda a escala de ensino e terem tratamento digno, treinamentos permanentes e selecionados criteriosamente, principalmente sob o ponto de vista vocacional.
Isso é possível se nossas universidades e escolas profissionais usarem intensivamente o EAD, o ensino a distância inteligente, sem a obrigação da sincronização entre aulas e alunos sentados a distância, usando arquivos portáteis e outros para que o aluno, sendo responsável e consciente e não simplesmente uma criança sentada em algum banquinho dormindo na aula, tenha oportunidade de estudar com os melhores professores disponíveis no país e no mundo, pois isso é possível.
Aulas práticas, laboratórios, bibliotecas, auditórios etc. podem ser os recursos adicionais oferecidos pelas universidades e escolas profissionais. Até isso tudo com o tempo haverá como serem substituídos por sistemas de informação, de avaliação, jogos educativos etc. se bons grupos de software, especialistas profissionais, pedagogos conseguirem organizar seus conhecimentos.
Se nada acontecer, todos serão atropelados pela tecnologia como aconteceu com os e-books, onde a AMAZON deu um show.
Toda a ciência já existe, sem descobrir mais nada haveria como dar um tremendo avanço. Qualquer pessoa poderia comprar em banca de revista um “pen drive” ou “notebook” com cursos completos, links com os centros educacionais completariam o sistema.
Nossas cidades não têm ruas de borracha. O resultado é que os cursos convencionais criam tremendos estacionamentos e congestionamento de tráfego. Alunos cansados, assustados com o medo de serem assaltados, correndo de um lado para outro chegam às aulas cansados, principalmente se forem obrigados a trabalhar para pagar cursos. Espaços que deveriam ser usados para esportes, cultura, debates, laboratórios, bibliotecas e salas para professores (agora consultores e apoiadores) são perdidos para trânsito.
O Brasil, com suas fragilidades crônicas é um exemplo perfeito da insanidade e irresponsabilidade de seus planejadores e administradores urbanos, estaduais e federais. O resultado é a perda de milhares de horas que os estudantes poderiam usar para estudar.
Note-se que o EAD transfere a responsabilidade da formação profissional dos professores para os pais e alunos estudantes, já iniciando a vida adulta. Podemos fugir do que ouvimos numa palestra: “os estudantes entram nas universidades cheirando a leite e saem com cheiro de cerveja” (quando não coisa pior).
O Ensino a Distância oferece vantagens imensas a alunos com deficiência(s), pessoas com doenças debilitantes, idosos, trabalhadores, viajantes e outros com impossibilidade de se submeterem ao regime de quartel das escolas convencionais. Não precisam estar presentes em salas de aula onde, como era nosso caso (eu) boa parte era usada para dormir, fazer piadas, mexer com os amigos. Muitos professores não estavam preparados, o que é rotina, principalmente quando os alunos têm níveis extremamente diferentes de formação e as salas não são adequadas. Aprendíamos mais no desespero das provas, estudando por conta própria, do em aulas modorrentas, com raras e fantásticas exceções.
Não é o caso dos cursinhos, onde a sobrevivência dos cursos depende da competência dos professores. Ao entrar nas universidades os alunos descobrem e se frustram, via de regra, com a heterogeneidade entre mestres e má qualidade do ambiente que imaginavam muito superior.
Livros, os livros digitais só começaram a mostrar seu potencial, sendo digitais podem ser dinâmicos, interativos, com filmes e jogos educativos, mais ainda se conectados a uma central de formação dos cursos.
O livro convencional custa florestas, espaços dia a dia mais caros, são limitados em tudo e não oferecem acessibilidade. O livro digital pode ter até versão/opção em LIBRAS, avaliações de conhecimento aleatórios tais como os jogos infantis que aumentam graus de dificuldade à medida que o usuário domina uma etapa, é leve, não precisa aleijar os alunos etc.; lousas eletrônicas podem treinar escrita, redação, desenho, criatividade...
Como todos sabem as letras e o som são reguláveis, ajudando pessoas com deficiência visual e/ou auditiva.
O aluno pode repetir aulas indefinidamente, mudando padrões de explicações, tudo, evidentemente, depende da equipe que produz as aulas que podem ser universais, com tradução simultânea.
O que não surpreende é a indiferença e até criação de dificuldades pelas corporações e cartéis, afinal o ensino é um tremendo negócio, até para os menores interesses de corporações mesquinhas.
Desesperadamente, suplicantemente, propomos, pedimos, insistimos na formação de universidades realmente dedicadas à produção de cursos sem as salas de aula virtuais, exceto para palestras especiais, incorporadas a equipamentos portáteis, que mudem e ampliem o universo de estudantes no Brasil.

Cascaes
7.3.2013